domingo, 4 de dezembro de 2011

Hanae Mori




Hanae Mori estudou Literatura japonesa em Tokyo Christian Mulher University. Após seu casamento, ela começou a estudar design, e em 1951 abriu seu primeiro estúdio em Tóquio. Logo, ela envolveu-se na crescente indústria do cinema do pós-guerra japonês e figurinos para mais de cem filmes.
Em 1965, ela apresentou sua primeira coleção no exterior, em Nova York, que foi aclamado como "East meets West". Lojas de prestígio como a Neiman Marcus, Bergdorf Goodman e Magnin I. reconhecida a individualidade de seus projetos e ordenou que ela se veste. Em 1975, ela apresentou sua coleção em Paris, onde em 1977 ela abriu sua Maison Haute Couture. Ela foi o único estilista asiático a ser admitido como membro da La Chambre Syndicale de la Couture Parisienne por 27 anos. 












Madame Mori realizações incluem figurinos para a ópera "Madame Butterfly" no La Scala em Milão em 1985, para "Elektra" no Festival de Salzburgo 1996, e para "Arabella" no NOVO TEATRO NACIONAL TÓQUIO, em 2010. Ela também desenhou os figurinos para Paris Opera Ballet de "Cinderela", dirigido por Rudolf Nureyev em 1986.

Ela foi nomeada a "Legião Officier de la d'Honneur" na França, em 2002, e recebeu a "Ordem da Cultura" no Japão em 1996.
 
                                                   




                                                                      
                                               
Sua assinatura e inspiração sempre foram as borboletas.



Mesmo depois de aposentada Hanae Mori ainda é tida como uma grande inspiração, servindo de modelo para vários estilistas que pretendem subir na vida. Sem dúvida ela é uma das maiores mulheres japonesas, e dificilmente haverá outra estilista mulher tão importante para o Japão como ela é.
    





 

Issey Miyake




Issey Miyake nasceu em de 22 abril de 1938 em Hiroshima, Japão. Atraído pelo design, estudou artes gráficas na Tama Art University de Tóquio de 1959 a 1964.


Depois da apresentação da sua primeira coleção, A Poem of Cloth and Stone, em 1963, foi para Paris. Lá recebeu seu diploma pela Chambre Syndicale de la Haute Couture de Paris em 1966.


Talentoso, Issey Miyake, completou sua formação com
Givenchy e Guy Laroche.


Em 1969, Miyake passou por Nova York. De volta a Tóquio e influenciado por suas experiências em grandes marcas, criou a
Issey Miyake Design Studio, sua própria marca.


Em 1971, apresentou sua nova coleção inovadora e original em Tóquio e em Nova York simultaneamente.


Tecidos japoneses com cortes ocidentais para seu primeiro desfile em Paris, em 1973.

Foi um dos primeiros criadores do país do sol nascente a desfilar na Europa.


Seu estilo minimalista se inscreveu na tendência "less is more". Com seu talento inventivo, Issey Miyake transformou-se em referência por causa da sua técnica dos " plissados ".







Em 1993 lançou a linha Pleats Please com cortes extremamente simples. O estilista ganhou fama no desfile A-POC (A Pièce Of Cloth).), as roupas eram confeccionadas em um mesmo tecido.







Em 1999 depois de apresentar sua última coleção, Issey Miyake cedeu discretamente seu lugar para seu assistente, Naoki Takizawa. Antes da sua partida lançou o delicioso perfume "L'eau d'Issey " com o frasco desenhado pelo próprio estilista.



Afastado, mas sempre em atividade, se dedicou à pesquisa dos tecidos e das técnicas que seriam tendências da moda.



Em 2005, recebeu o Praemium Imperial, uma das mais altas condecorações japonesas. No mesmo ano, suas criações foram expostas no Centro Georges Pompidou em Paris, ao lado de artistas contemporâneos, na exposição Big Bang. Issey foi o único estilista convidado.


Em 2006: recebeu o Kyoto Prize 2006 por "sua contribuição para o desenvolvimento de uma moda inovadora graças ao encontro da cultura oriental e ocidental, assim como, a utilização de uma tecnologia de ponta".


Em 2007, Issey Miyake inaugurou sua fundação, " o centro 21-21 "desenhado pelo arquiteto Tadao Ando e cujo teto se parece com duas asas gigantes. Para o criador, o espaço tem como vocação ser um lugar "onde as pessoas sejam levadas a refletir sobre temas simples e dividir idéias e questionamentos". Em 2008, apresentou sua primeira exposição "O homem do século XXI " totalmente concebida à partir de materiais reciclados, o estilista nos lembrou com humildade que não somos muita coisa e que o consumismo desenfreado dos recursos e a falta e respeito pelo nosso meio-ambiente faz com que todos saiam perdendo.





Jean Paul Gaultier




Jean Paul Gaultier nasceu em 24 de abril de 1952 em Arcueil (região parisiense) de pai contador e mãe vigia. Criança solitária e sonhadora, ele foi criado por sua avó, uma excelente costureira que o ensinou a manejar a agulha. A lenda conta que foi chafurdando nos baús de sua avó que o estilista descobriu seus primeiros tesouros fashion, especialmente os espartilhos. O jovem Jean-Paul também se entretém criando roupas, casaquinhos, blazers e pijamas para seu urso de pelúcia.





No dia em que completa 18 anos, ele começa a enviar esboços à casa Pierre Cardin, o que dura alguns meses. Depois, faz uma breve passagem em 1971 na Jacques Estérel. No mesmo ano, ele entra na Jean Patou onde fica dois anos ajudando Michel Gomez e Angelo Tarlazzi. Ele finalmente entra em 1974 para a
Pierre Cardin como designer de coleções destinadas ao mercado americano e parte para trabalhar nas Filipinas.





Em 1976, Jean-Paul Gaultier abre sua Casa de Costura e lança sua primeira coleção feminina. Seu método de "mix-match" é inaugurado com a apresentação de saias de bailarina associados à jaquetas de motoqueiro. Infelizmente, seu desfile não alcança o sucesso esperado. A marca japonesa Kashiyama pede a ele que assine uma coleção, que será, esta, bem acolhida.





É justamente nos anos 80 que começa a se fazer conhecer graças à sua moda de tendências que vão contra a corrente. Ele explora sua admiração pela época de ouro da alta costura dos anos 30-50. Depois a moderniza com um estilo punk bem anos 70.





O ano de 1983 marca a chegada dos "clássicos" de Gaultier, como o da moda Boy Toy ("homem objeto"), e da marinha. No ano seguinte, ele reinterpreta as formas femininas na coleção "Barbés" de inverno de 1984, com extravagantes bustiês de seios cônicos, de onde um modelo foi adotado mais tarde por
Madonna. Depois, ele explora o estilo andrógino em 1985 com sua linha "Une garde-robe pour deux". No mesmo ano, ele veste Sheila para sua apresentação no Zénith.





Ele trabalha depois com sua visão do chique parisiense, uma composição entre periferia e aristocracia. Assim, em sua coleção de 1988, ele acessoriza cortes clássicos de boinas e xales. Vanguardista e provocador, ele implode os códigos por vezes rígidos do gurda roupas masculino com suas criações iconoclastas: a saia masculina, o espartilho vestido sobre as roupas, meias com tatuagens impressas.



No começo dos anos 90, ele anima a célebre emissão de tv "Eurotrash". Desenha as roupas de Madonna para sua turnê "Blonde Ambition" de 1990, um espartilho rosa salmão com o qual ganha reconhecimento internacional.







Depois, lança em 1995 o perfume "Mâle", viril e embalado em sua célebre latinha. Em 1998, ele cria Junior Gaultier, depois substituida ppor JPG. Ele cria roupas para vários filmes: "O quinto elemento" de Luc Besson, "O cozinheiro, O ladrão, sua mulher e o amante" de Peter Greenaway.





Seus primeiros esboços dentro da alta-costura com sua linha "Gaultier Paris" em 1997 são também parabenizadas por seus colegas. Em 1999 ele é nomeado diretor artístico da casa Hermès. Em 2004, organiza a exposição "Pain Couture" na Fundação Cartier de Paris: trata-se de uma linha de roupas feitas de pão. No mesmo ano, foi nomeado como "Best designer international".






Donna Karan






Estilista norte-americana, nasceu em 1948, em Nova Iorque, com o nome de Donna Faske. Donna, que era filha de uma manequim e de um vendedor de roupa, desde muito cedo se interessou pela moda. Ainda durante o liceu teve um trabalho de verão como estagiária da estilista Liz Clairborne.
Depois de ter frequentado uma escola de design em Nova Iorque, foi trabalhar com Anne Klein, confecionando roupa desportiva de preços acessíveis. Com apenas 23 anos, já era sócia da casa Anne Klein, onde desempenhava a função de desenhadora. O seu trabalho na Anne Klein tornou-se ainda mais importante quando a fundadora morreu em 1974. A partir dessa altura, Donna passou a partilhar com Louis Dell'Olio a responsabilidade de desenhar as coleções da etiqueta Anne Klein.
Dez anos mais tarde, Donna, com a ajuda do marido, resolveu criar a sua própria marca e assim apareceu a Donna Karan New York que apresentou as primeiras coleções em 1985. As roupas da Donna Karan combinavam cortes elaborados com outros de estilos mais desportivos, de modo a serem, simultaneamente, práticas e luxuosas.
Logo nesse ano, Donna Karan foi nomeada como melhor estilista pelo Conselho dos Desenhadores de Moda da América, feito que repetiu em 1990. As suas criações foram muito elogiadas e atingiram grandes vendas em todo o mundo, principalmente porque as roupas se destinavam a mulheres comuns.
Entretanto, em 1988, lançou a linha DKNY, menos dispendiosa e destinada a um público mais jovem, que foi feita a pensar na filha da própria estilista. Donna reparou que as raparigas mais jovens também gostariam de vestir roupas com estilo e desse modo começou a confecioná-las a preços mais acessíveis.
Donna Karan baseou o seu sucesso no jeito para desenhar roupas confortáveis mas com estilo e também na sua propensão para o negócio, já que se revelou uma excelente empresária, que nunca teve medo de arriscar.
A sua empresa, com mais de 2000 trabalhadores, teve sede em Nova Iorque durante muitos anos e lojas um pouco por todo o mundo, produzindo roupa de homem, jeans, acessórios, perfumes e cosméticos. No ano 2001, a casa Donna Karan foi vendida à LVMH (Louis Vuitton Möet Hennessy), que decidiu mudar a empresa para Itália.

Imagens de 2010




Imagens de 2011








Cosmético e Perfume







quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Thierry Mugler





Nasceu em Estrasburgo, na França 1948. Quando era adolescente criava seus próprios modelos. Quando tinha 14 anos fez parte de um grupo de balé e na juventude trabalhou como vitrinista.

Aos 24 anos ele decide ir morar em Paris, onde começou a desenhar para uma pequena boutique.

 Em 1971, desenhou sua primeira coleção, mas só dois anos mais tarde é que assinou suas criações, que sempre se destacaram pela ousadia, sensualidade e propostas divertidas.





Nas criações de Thierry Mugler, um ponto de destaque é o apuro da execução de seus modelos.

Uma característica das suas roupas eram os ombros largos e acolchoados e as cinturas vespa. O reino do inseto era uma influência constante.




Formas e curvas acentuadas também são marcantes nas suas criações. Mugler é quase obcecado na busca pela silhueta perfeita.
Nas suas composições estão sempre o glamour Hollywoodiano, a ficção científica e o fetichismo sexual.




Nos anos 80, ele teve como sua consumidora mais famosa, e até mesmo sua inspiradora, ninguém menos do que Ivanna Trump, então casada com o empreendedor imobiliário e multimilionário Donald Trump.
Mugler foi um dos primeiros designers a temperar a moda com boas doses de drama, em desfiles e criações para lá de teatrais – na linha de britânicos mais jovens, como John Galliano e Alexander McQueen. Nos anos 80, escandalizou o universo da moda ao vestir suas modelos com saias justíssimas, ombros largos, espartilhos que lembram armaduras, tiras de couro e outros elementos que remetem a práticas sexuais pouco convencionais.







Talento fotográfico Mugler pode provar ser tão importante quanto seus desenhos de moda. Um livro de suas fotografias, Thierry Mugler, Fotógrafo, publicado em 1988, continha imagens comparáveis ​​em seus artificios, glamour explosivo e controle formal das imagens cinematográficas de Peter Greenaway. Suas fotografias explorar vistas grandes, profundas espaços interiores, monumentos e heróica como definições sobre quais modelos poleiro como enfeites pequenos, fortemente marcado pelo contorno de seus trajes extravagantes e afirmando a sua presença através da dramática pose e gestos. Suas fotografias de moda fornecer uma estrutura narrativa de roupas Mugler, relegando-os para o papel de fantasia dentro de um contexto mais amplo dramático.








Não contente em se envolver apenas no design de roupas e fotografia, Mugler apresenta o seu primeiro perfume em 1993. Chamado Angel, ele é um azul-hued, oriental perfume com essências de chocolate, caramelo , mel e baunilha com sensual notas arborizadas. Favorecida pela diva da música Diana Ross, o perfume vem em uma garrafa de cinco pontas em forma de estrela.














Em 2009 fez o figurino da turnê de Beyoncé




Atualmente a sua marca está sob a direção artística de Nicola Formichetti.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

KENZO TAKADA


Estilista japonês Kenzo Takada nasceu em 1939, em Kyoto, e desde criança teve uma adoração pela moda.

Quando criança via inúmeras revistas de roupa na companhia das irmãs mais velhas e começou a desenhar e a fazer vestuário para bonecas.

Depois de ter estudado línguas estrangeiras na Universidade em Kobe durante uns meses, resolveu fazer uma viagem na sua vida quando soube que uma famosa escola de estilismo de Tóquio ia aceitar a inscrição de homens pela primeira vez.

 Os pais não aceitaram muito bem esta ideia e não lhe deram apoio financeiro, o que levou Kenzo a ter de trabalhar em vários empregos quando se mudou para Tóquio.
Kenzo chega a Paris em 1964 e nesta cidade dá início a sua luta por um espaço no mundo da moda. Nesta época ele desenvolvia coleções para outras grifes e comercializava seus moldes para o estilista Louis Féraud.
Em 1970 ele consegue inaugurar seu primeiro estabelecimento comercial na capital francesa, denominado Jungle Jap. Nela eram negociadas peças confeccionadas com algodão.
Seu estilo oriental tornou-se presente em batas e calças amplas; suas novas concepções passaram a influenciar igualmente as roupas de malha, o que lhe valeu uma posição de destaque ntre os criadores da linha prêt-à-porter. Kenzo tem o poder de aliar as inovações do universo fashion oriental às do Ocidente.

Kenzo definitivamente foi pioneiro na trajetória da história da moda japonesa, abrindo as portas deste mundo para outros estilistas japoneses desejosos de ganhar também um espaço na esfera ocidental


O auge de sua trajetória foi o desfile no qual modelos ingressavam nas passarelas em cima de cavalos, trajando criações translúcidas. O próprio Kenzo adentrou o espaço sobre um elefante, recriando neste momento uma atmosfera circense. Este evento foi, com certeza, um marco em sua história entre 1978 e 1979.
O sucesso da marca se consolidou nos anos 80. Em 1987, Kenzo criou sua linha Kenzo Parfums, que até hoje é um must, e por isso muitas pessoas associam mais seu nome à perfumaria do que a roupas. Ambas conjugam o mesmo espírito nômade e natural. Um clássico de seus perfumes é o Flower, com aroma da papoula, cujo vidrinho estampado cria a impressão de que há uma flor de papoula em seu interior.





                                                                          




2009






Em 1993 a casa Kenzo foi comprada pela Louis Vuitton Möet Hennessy (LVMH) e em 1999 Kenzo anunciou a sua retirada da criação de roupas. Foi uma saída em grande, com um extravagante show de moda que assinalou os trinta anos da carreira do estilista nipónico.


Em setembro de 2010 a detentora da marca Kenzo lançou um livro em comemoração aos 40 anos da grife, com dois tipos de capas, ficando a critério do cliente entre a capa dura e a capa de tecido.




A partir de 2000 Kenzo passou a pintar e a fazer exposições. Atualmente realiza um trabalho de resgate de técnicas tradicionais em uma tinturaria em Yokohama, no Japão. Iniciou também como designer de produtos.




domingo, 25 de setembro de 2011

Chanel (1883-1971) Década de 20



                         Chanel (1883-1971)



Gabrielle Bonheur Chanel foi uma criança pobre, sua mãe morreu quando ela tinha apenas seis anos, então ela e sua irmã chegaram a morar em orfanato. Chanel para ganhar a vida em 1905 passou a cantar em um café, onde passou a usar o nome de Coco. Uma mulher cheia de caprichos, talentosa, ousada e de um temperamento forte.






Em 1910 abriu uma chapelaria com a ajuda financeira do seu amante militar rico. Depois ela conhece Boy que também foi o seu amante e ele a ajudou a abrir a sua loja de roupas.
Ela foi muito além do seu tempo, quando começou a usar roupas que pertenciam antes apenas ao vestuário masculino. Inteligente e grande marketeira,divulgou a sua marca como poucos souberam fazer. Teve uma grande sacada, porque, a mulher daquele tempo estava começando a trabalhar e ocupar funções diferentes,onde, era necessário usar roupas mais confortáveis, então, ela passa a
usar o jérsei de lã e resolve diminuir a altura das saias, tornando-as mais curtas. 

Em 1922 ela cria o perfume Chanel nº5, que foi um grande sucesso e continua sendo um grande sucesso da marca. Outro grande marco da sua grife foi a bolsa de matelassê com corrente dourada, lançada em 1929, que foi chamada de “2,55”, primorosa também pela utilidade de cada divisória, dizem que ela lançou esse modelo, porque, esqueceu sua bolsa de mão por diversas vezes. 


Ela conheceu o duque de Westminster em 1924, considerado o homem mais rico da Inglaterra, e através dele ela conheceu o tweed, que lhe rendeu uma coleção de 130 modelos em 1932, todos em tweed. Eles ficaram juntos por seis anos. 
Em 1957, mostra mais uma vez porque veio pra ficar, como ela mesma disse:
A moda passa. O estilo permanece.




O tailleur Chanel cardigã sem gola em tweed, lançado em 1957, que é a sua marca registrada até os dias atuais. O vestido preto e os colares de pérolas (falsas), mais uma de suas manias, adorava acessórios, por isso, colocava vários colares, sendo a primeira a introduzir bijouterias na moda. O rei dos animais, o leão, símbolo do seu signo e da cidade de Veneza, esteve presente em diversos produtos da sua marca, já virou broche, brinco e até botão da Maison Chanel.


Coco Chanel era uma mulher solitária e de poucas amizades, dentre elas posso citar  Misia Sert. Na sua velhice, tornou-se uma senhora ranzinza, por isso, seus amigos eram quase raros.
Deixo vocês com mais essa pérola da nossa inesquecível Chanel:

A moda morre nova. É isso que torna grave a sua leviandade.