domingo, 4 de dezembro de 2011

Leopoldo Nóbrega


Nascido em 1977 em Recife – PE, iniciou suas
experiências plásticas em meados dos anos 80
com diversos materiais: metal, couro,
concreto, resina e cerâmica.

A partir de 1989, define-se como um
“Multiartista patriota e dedicado”, expondo
em exposições individuais e coletivas no Recife
e em cidades próximas.





Artista plástico | Ceramista | Estilista |
Cenógrafo | Consultor de moda e mercado

Em 1995, resolve inserir a moda em suas
pesquisas plásticas e consolida um estilo
artesanal experimental para uma Moda de
Conceitos.


Melk Z-da



Formado em artes plásticas pela UFPE.

Começou a carreira em 2004, quando ganhou o
concurso Recife Fashion, sua cidade natal e onde
vive até hoje.

Em 2005 realizou seu primeiro desfile no Fashion
Rio.

Em 2007 participou como estilista convidado do
desfile do SIMM - Salón Internacional de la Moda
de Madrid.

Considera-se um criador em constante construção e
acredita na moda autoral como forma de
expressão.
Seu grande prazer é esculpir tecidos por meio de modelagens elaboradas, recortes e interferências. As matérias-primas são modificadas em seu ateliê e se transformam em texturas exclusivas.




Principais características: new romantic, com
peças ousadas, cheias de drapeados e babados.
Referências artesanais em releituras
contemporâneas.

Suas coleções e períodos respectivamente são:

Inverno 2010 - Carpintaria
Verão 2010 - A queima-roupa
Inverno 2009 - A hora do chá
Verão 2009 - Eu amo demais
Inverno 2008 - A noiva cadáver
Verão 2008 - Origens
Inverno 2007 - Karumi
Verão 2007 - Expressões
Inverno 2006 - Jardim Secreto 



Imagens da coleção- Carpintaria 2010









Xuxuca Pacheco



Começou a gostar de costura aos 13 anos,
imitando sua mãe, no interior de PE.

Não desenha a roupa antes de criar e
trabalha com produtos e peças recicláveis;

Suas roupas são peças únicas e de boa
qualidade;

Cada roupa demora no mínimo seis horas
para ser terminada;

Moda pernambucana: “é em grande parte,
cópia da do sul e somente uma minoria cria
seu próprio estilo.



Eduardo Ferreira



O mais experiente dos estilistas locais e carrega até
hoje as influências culturais da sua época de
infância.  
Eduardo desenvolveu seu interesse estético pela
moda sem deixar de lado suas raízes.

Dos 14 aos 18 anos, trabalhou como arte-educador em algumas comunidades do Recife e, aos 20, viajou para o Rio de Janeiro, onde foi assistente de figurino da novela Carmem, da Rede Manchete.

O uso da renda renascença nas suas criações é
uma constante, quase uma assinatura.

Há oito anos, atua em parceria com rendeiras de Pesqueira, Jataúba e Poção, no Agreste do Estado, onde cria os motivos e tramas da renda, além de tingir e rebordar manualmente todas as peças.

No início da década de 90 assinou o figurino da banda Mundo Livre e descobriu o conceito de brasilidade que tanto buscava para suas roupas após assistir a um show de
Chico Science e Nação Zumbi.

Para ele, o Movimento Mangue Beat foi um "divisor de águas na sua carreira.”

Seu trabalho já foi visto nos principais eventos de moda do país e é conhecido em várias partes do mundo.



Abaixo alguns croquis que ele fez para o são João 2011.



Claude Montana





Citado como o Rei das Ombreiras Claude Montana é um dos estilistas mais importantes dos anos 1980 que, junto com Thierry Mugler, redefiniu a silhueta feminina nas passarelas parisienses. Sua grife foi criada em 1979, mas somente na década seguinte teve sucesso absoluto.



Sua marca registrada era os ombros super marcados e a cintura fina e seguem como fonte de inspiração para vários estilistas contemporâneos.







Montana combinava retro e futurismo em plena década de 80, suas silhuetas não estruturados e ombros largos marcaram espaço ao lado de Thierry Mugler e Azzedine Alaia.



A década de 1980 mudou os significados e a representação social de masculinidade e feminilidade e Claude Montana brincava com os limites do conceito de feminilidade, criando uma imagem completamente diferente das mulheres.





Em 1990 Montana começou a enfrentar problemas financeiros, após a venda da griffe, Claude Montana fez seu último desfile em 2002 e está afastado da moda desde então.


Quem não conhece bem seu trabalho vai ter a chance de conferir tudo num livro que será lançado na França, na Inglaterra e nos Estados Unidos em breve. São 192 páginas, escritas em parceria com a jornalista Marielle Cro, e com fotos de Tyen e Paolo Roversi, entrevistas com modelos, editoras e outros estilistas da época. Montana fez seu último desfile em 2002 e está afastado da moda desde então.


Isabela Capeto











Desenvolvendo uma moda feminina artesanal e ao mesmo tempo urbana, a carioca Isabela Capeto conquistou um espaço entre a juventude dita descolada e alternativa do eixo Rio-São Paulo.

Em 1990, a estilista estudou moda em Florença, na Itália, e, de volta ao Brasil, trabalhou por uma década nas grifes Maria Bonita, Maria Bonita Extra e Leny.

Há dois anos, alçou vôo solo e lançou a marca Ateliê Ibô. Na infância, Isabela era chamada pelos amigos de Isabô, e esse chegou a ser o nome do ateliê logo que ela abriu.A estréia de sua marca nas passarelas aconteceu na edição de lançamento das coleções de inverno do Fashion Rio de 2004. O delicado desfile, ao som de harpas e com um cenário de fachadas de casinhas tipicamente brasileiras, agradou público e crítica.

Em uma ascensão meteórica, a Isabela estreou logo em seguida no São Paulo Fashion Week, lançando a coleção de verão 2004-2005. No desfile, inspirou-se em um livro de fotos dos africanos originários de Mali Seydou Keïta e Malick Sidibê, que retrataram o cotidiano da região nos anos 60. Assim, usou batas, babados e miçangas. Juntou a essas influências um ar urbano, com grafismos e silks.

A loja e showroom do Ateliê Ibô fica em um antigo predinho da Gávea, na cidade do Rio de Janeiro. Lá podem ser encontradas peças únicas, com aplicações de flores bordadas em jaquetas, calças e saias.

A marca também é vendida nas lojas Clube Chocolate do Rio e de São Paulo e em multimarcas espalhadas pelo Brasil. A cantora Preta Gil, a apresentadora Marina Person e a relações-públicas Alice Ferraz são algumas das celebridades que vestem as criações de Isabela Capeto.












Verão 2008






Inverno 2009






























Jean-Charles de Castelbajac





Jean Charles de Castelbajac, também conhecido pela sigla JC/DC é o designer de moda – e também de móveis – é apontado pelo influente site de tendências WGSN como a mais importante referência à pop art na moda. Castelbajac que faz roupas super despojadas, cheias de cores e de humor, roupas que são quase figurinos. Já desfilou coleções inspiradas em Mickey Mouse, Lego e Muppets. Usa elementos totalmente inesperados, fazendo com que as modelos vistam de cubos mágicos a castelinhos de reis e rainhas. Duas das suas coleções mais famosas são as roupas que foram para a passarela em 2009 com os Muppets e a coleção inspirada no mundo das pecinhas Lego. Este estilista é mestre no quesito inovação. Já vestiu celebridades como Madonna, Mia, Lady Gaga e Katy Perry, entre outras.


Jean-Charles de Castelbajac nasceu em 28 de novembro de 1949 em Casablanca, no Marrocos. Filho de Louis e Jean-Blanche, Marqueses de Castelbajac, na França.


Com 5 anos seus pais, preocupados com sua educação, o enviaram para o colégio militar de Mesnières-en- Bray, na França.


Órfão de pai aos 15 anos, sua mãe mudou sozinha com sua família para França e abriu uma pequena empresa em Limoges.


Na época, o jovem Jean Charles, que era arqueólogo, começou a criar pequenos croquis, e em maio de 1968 tornou-se diretor artístico da empresa.


Com 18 anos, Jean-Charles de Castelbajac conheceu o artista plástico dadaísta Raoul Hausmann e começou a se interessar por arte. Em 1968, rebatizou a fábrica Ko and Co e criou sua primeira coleção.


Em 1969, seu primeiro desfile de moda revelou um estilo infantil, o universo da infância foi sempre uma importante fonte de inspiração para o estilista. O estilista utilizou retalho de panos, toalhas plásticas e tecidos de camuflagem. Suas criações foram solicitadas pelas boutiques da moda na época. Para a Ko and Co, recrutou nesse mesmo ano Kenzo e Chantal Thomas, ainda desconhecidos pelo grande público.






Em 1970, fez sua primeira capa da revista ELLE e criou figurinos para o teatro. Também foi em 1970 que conheceu o jornalista Jean-François Bizot e o artista e escritor Roland Topor.


Jean-Charles continuou seu trabalho artístico com a criação dos seus vestidos, suas roupas com tamanhos desproporcionais, chamadas de "roupas Gulliver" pela imprensa.




Em 2004, abriu seu atelier e sua nova loja conceito com a colaboração de Christian Ghion, em Paris e realizou seu primeiro curta-metragem Hôtel Kittyfornia com Mareva Galanter.




Jean-Charles de Castelbajac é famoso por misturar elementos não muito convencionais em suas criações. Tais como desenhos animados e personalidades como estampas e brinquedos lego para compôr peças. Este último já foi usado por will.i.am. Ano passado, com todo o começo da era The Beginning e referências, will usou um boné de lego da coleção Primavera 2009 de JCDC para ir ao AMA 2010.